06 outubro, 2009

Poema perto do fim



















A morte é indolor.
O que dói nela é o nada
que a vida faz do amor.
Sopro a flauta encantada
e não dá nenhum som.
Levo uma pena leve
de não ter sido bom.
E no coração, neve.

(Tiago de Mello)

2 comentários:

Merciasz disse...

Poema perto do fim, da morte que eu espero q morra logo, este meu tempo...só estou na espera...

Jussara Gehrke disse...

já comentei que ficou linda a nova 'decoração' do blog?

tá muito chique!

bjs
Ju