11 dezembro, 2009

Outros Símbolos do Natal




O costume de colocar presentes sob a árvore de Natal começou durante o reinado de Elizabeth I, filha de Henrique VIII, na Inglaterra, no século XVI.  Ela promovia festas natalinas e recebia muitos presentes. Como era praticamente impossível receber diretamente todos os presentes que lhe eram dados, adotou-se o costume de deixá-los sob uma grande árvore de natal montada nos jardins do palácio.


Os cartões de Natal surgiram na década de 40 do século XIX, na Inglaterra. O artista plástico e livreiro John Callicot Horsley, a pedido do então diretor do Museu Britânico, Sir Henry Cole, criou desenhos natalinos em um cartão com espaço para escrever mensagens de boas festas.


O hábito de comer peru no Natal surgiu em Plymouth, Massachusetts, nos EUA, em 1621. Nesse ano, no Dia de Ação de Graças, serviu-se peru selvagem, criado pelos índios mexicanos, como prato principal.
Os espanhóis os levaram para a Europa por volta do século XVI. Nessa época eram servidos gansos, cisnes e pavões, aves nobres. O peru, além de ser mais barato, ganha peso mais facilmente.


A Igreja Católica, na época da Idade Média, mantinha um rigoroso calendário onde os cristãos deveriam obedecer aos dias de jejum, excluindo de sua dieta alimentar as carnes consideradas "quentes". O bacalhau era uma comida "fria" e seu consumo era incentivado pelos comerciantes nos dias de jejum. Com isso, passou a ter forte identificação com a religiosidade e a cultura do povo português.
O rigoroso calendário de jejum foi aos poucos sendo desfeito, mas a tradição do bacalhau se mantém forte nos países de língua portuguesa até os dias de hoje, principalmente no Natal e na Páscoa, as datas mais expressivas da religião católica, onde se comemoram o Nascimento e a Ressurreição de Cristo.

2 comentários:

Flavia disse...

Xuxuuuu...
Rabanada me faz lembrar da tia Carmem e os natais na casa do Dr. Luiz!!!!
Super!!!

Heldinha disse...

Regina ,
Parabéns por todos os seus posts natalinos.
Pesquisas perfeitas e me ensinou
muito mesmo.
Beijos querida.